Dicas


Dicas de Viagem

 

Sinônimo de lazer e descontração, a viagem de férias também corre o risco de ser envenenada por um problema mecânico, um documento esquecido ou pela pressa de chegar. Veja a seguir como evitar que pequenos ou grandes aborrecimentos atrapalhem seu programa

Planeje a viagem - assim que escolher o lugar para onde ir, informe-se com quem já fez a mesma viagem, reserve hotel e faça uma previsão de gastos. Estude o mapa rodoviário e as condições das estradas para traçar um roteiro básico. Com a ajuda de guias, anote as melhores alternativas de parada ao longo do caminho.

Faça uma revisão no carro - antes de pegar a estrada, cheque pelo menos o estado dos pneus, o funcionamento dos faróis, lanternas, limpador de pára-brisa, extintor ( atenção à validade ) e macaco, e o nível do óleo do motor e do fluído do freio. Se estiver perto de fazer uma revisão programada, antecipe-a.

Confira a documentação do carro e não se esqueça do manual do proprietário, da lista de concessionárias, do livreto de primeiros-socorros e do cartão do seguro. Por via das dúvidas, leve cópias autenticadas dos documentos originais.

Evite viajar à noite quando a visibilidade é menor e as falhas de sinalização se tornam mais evidentes. Se ainda estiver na estrada ao pôr-do-sol, acenda logo os faróis baixos. Mais do que ilegal, o costume brasileiro de usar apenas as lanternas do carro antes da escuridão total é tão perigoso quanto o de usar faróis altos ao cruzar com outro veículo.
Aproveite a manhã a viagem rende mais se começar bem cedo, logo ao nascer do sol, quando a temperatura é mais amena e as estradas estão mais vazias. Lembre-se porém de garantir uma boa noite de sono na véspera.

Não force o ritmo porque uma viagem de férias não é um rali. Enquanto algumas pessoas podem dirigir mais de 1000 km por dia sem grandes problemas, outras ficam exaustas depois de 400 ou 500 km. Se o sono vier, não tenha dúvida: pare no próximo posto ou passe a direção para outra pessoa.

Só ultrapasse na boa, a pressa e as más condições das estradas brasileiras costumam transformar pacatos cidadãos em infratores impacientes. Não caia nessa armadilha. Compense a irritação provocada pela fila de caminhões à sua frente ouvindo uma música no toca-fitas ou simplesmente conversando.

Coloque o cinto de segurança na altura adequada para você e ajude os companheiros de viagem a fazer o mesmo. Para os passageiros de trás, o cinto tem até dupla função: a de protegê-los e a de impedir que sejam arremessados, durante uma colisão, contra os ocupantes dos bancos. Não recline demais o banco, tanto o motorista quanto o passageiro ao lado devem manter o encosto do banco num ângulo máximo de 120 graus. Mais do que isso, numa colisão, o cinto pode enforcar. Regule o encosto de cabeça de modo que não fique abaixo da linha dos olhos. Dessa maneira, a proteção contra lesões graves na coluna cervical e no pescoço é muito maior.

Acomode as crianças até 4 anos em cadeiras especiais, presas pelo cinto de segurança do banco traseiro. Acima dessa idade, elas podem usar o cinto diretamente sobre o corpo, desde que sentadas sobre almofadas rígidas, para aumentar a altura.


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